EM LAJEADO IMPOSSÍVEL NÃO PENSAR EM OUTUBRO DE 2016.

imagesO acirramento de acusações e denúncias sobre corrupções da  administração  municipal de Lajeado, com partidos e até mesmo empresas de outros municípios,  tem provocado uma série de efeitos colaterais aos escândalos. O maior deles é a antecipação da sucessão para prefeito de 2016. Não faria sentido discutir-se a questão quando nem  três anos  transcorreu  da eleição de Luis Fernando Schmidt, mas diante de um futuro no mínimo duvidoso, não há quem deixe de especular a respeito.

Supondo-se que nada aconteça de cirúrgico, porém, o quadro para 2016 parece outro do que seria em condições normais. O PMDB Lajeado já se definiu, até pela conduta do seu presidente, que terá candidato próprio. Vai-se desfazendo a aliança do partido com o PT, mesmo se os companheiros  lançarem   o Schmidt a reeleição, hipótese cada vez mais problemática, como as recentes pesquisas contratadas  pelo PMDB  vem revelando uma insatisfação .  Nas  variadas  simulações, o atual prefeito de Lajeado perde longe para soma dos candidatos do PP.  Claro que ainda é   a maior liderança petista dela Lajeado e poderá recuperar-se, mas garantir, ninguém garante.

De quem então, o PMDB dispõe?  Como  renovação surge  presidente da Câmara de Vereador Carlos Ranzi, no entanto desconhecido de uma parte da opinião pública.  Há muita pessoas apostando  Ito Lanius, em  curva ascendente mas necessitará   controlar o PSDB.

Não param aqui as ilações cada vez mais frequentes. Porque no caso de eleições a prefeito, com apresentação do baixo desempenho do prefeito Schmidt, emerge vários partidos entre eles o PP, PSDB, PDT e outros, por enquanto voando  em  céu de brigadeiro.

As negociações  não faltarão, como já não faltam.  O engenheiro Isidoro Fornari Neto  encilha seu cavalo, além disso temos Marcelo Caumo, Ito Lanius, Sergio Kniphoff que nem se quer desencilharam os cavalos de 2012. Os partidos de aluguel, salvados do incêndio da reforma política que pouco queimou, preparam o mesmo de sempre, alianças com partidos que tenham chance  de chegarem e novamente se completarem com as  beneficias do poder público.

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